Negócios, inteligência & ética

Negócios, inteligência & ética

Uma reflexão à luz das inovações tecnológicas

Inteligência Artificial – IA  é  mais que uma ampla fronteira para a humanidade, ela representa o poder que cria máquinas e realidades surpreendentes.

Trata-se de um ramo científico especializado de programação de computadores para que os sistemas assumam “traços humanos”, sejam capazes de desenvolver percepções de realidades, aprender, armazenar, disseminar conhecimentos e até realizar atividades humanas quando acoplados a aparatos mecânicos.

Com a IA é possível solucionar problemas complexos e até manipular dados, fórmulas e  objetos.

Porém, as máquinas precisam ser alimentadas e dotadas de opções pré-estabelecidas para tomada de decisões. Isso é feito a partir de bancos de dados coletados, tratados, armazenados e dispensados.

A uma sequência finita, e não ambígua de instruções computáveis para solucionar problemas, dá-se o nome de algoritmo.

Assim, um algoritmo pode preparar uma refeição, escrever um texto, construir um carro, realizar uma cirurgia complexa…

Quem está por detrás dos algoritmos?

Quem os direciona?

Como são coletados e utilizados os dados?

Com que objetivo as informações são divulgadas?

Essas e outras questões de fundo ético ligadas às tecnologias, estão na ordem do dia porque nada se faz sem pessoas.

Além disso, tudo se faz para pessoas!

São elas quem direcionam máquinas e sistemas…. adquirem produtos e serviços e fazem o mundo econômico vibrar.

O suporte a um pequeno negócio ou a um empreendimento gigantesco também é oferecido por pessoas.

Ou seja, é o fator humano que determina a qualidade das informações e dos dados que alimentam os sistemas corporativos.

Por isso, conhecer bem parceiros, fornecedores e funcionários é imprescindível para a perenidade do negócio.

Quanto mais íntegras as partes interessadas, mais íntegras as informações, mais assertivos os processos decisórios e, portanto, melhores e mais rentáveis os negócios!

O impacto da inteligência robótica

Em 1950, prevendo que os seres humanos se relacionariam “intimamente” com as máquinas,  um dos mestres da ficção cientifica, o  escritor russo Isaac Asimov,  elaborou  “As três leis da robótica”, para permitir a coexistência pacífica entre máquinas e Homens.

Com sua visão privilegiada, Asimov antevia os fortes impactos dessa relação teria em todos os campos da vida humana e tratava de delimitar os espaços das inovações tecnológicas.

Com o uso  da Inteligência Artificial nas mais diferentes áreas da vida humana,  essa tríade de princípios merece ser revitalizada:

  • 1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por inação, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.
  • 3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira ou Segunda Leis.

Essas normas carregadas de conteúdo ético-moral, são emblemáticas para gestão de modelos de negócios, no cenário atual, pois reforçam a importância da formação ético-moral do Ser Humano para sustentabilidade dos negócios.

Nesse cenário, Programa de Compliance Efetivo, fundamentado numa consistente gestão de riscos e na vivência ética, se destaca para o sucesso das organizações.

Dessa forma, os mecanismos de Integridade integram Negócios, Inteligência & Ética.

 #FatorHumano #Compliance #Etica #Riscos

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